Saint Tropez o mico da viagem- dia 12

Era pra ser especial este último dia da minha década de 50.
Acordamos muito animados mas já no táxi indo para o porto, o motorista falou muito mal de Saint Tropez: o trânsito era caos, os preços uma loucura, villa sem graça e as praias que prestavam ficavam longe. Não demos corda e tentamos ficar animados achando que o passeio de barco já valeria.
Mas que nada! Passeio sem graça, as pressas longe da costa, com 2 horas e tanto de duração.
Ao chegarmos na famosa Saint Tropez constatamos ser pior do que o motorista falou. A visão do inferno num calor escaldante. Disputávamos calçada com os demais turistas que iam e vinham estabanados. Nem dava para olhar as caras das “lujinhas” . Nos indicaram ir ao mercado. Affffeeeee! O mercado era no meio de uma praça, monte de barraca vendendo roupas baratas, pior do que a feira do Guará das antigas ( nem sei se ainda existe ahahah). Fugimos de lá e fomos pra segunda indicação que era uma praia à uns 10 minutos à pé. Caminhamos uns 20 com o sol a pino, mortos e estrupiados. Achamos a prainha de baía, e ali mesmo resolvemos ficar até a saída de nosso barco da salvação. Alugamos cadeira, sombrinha e toalha e olhando para o mar azul, as montanhas e uma pequena brisa, ficamos rindo e tratando de ser feliz.
Mas claro, se fôssemos ricos e famosos, o programa seria outro com certeza. No mínimo com um iate!!!
Nossa noite acabou maravilhosa em Nice…
A demain
Bisous
Vovó Rita

1 comentário Adicione o seu

  1. Monika Silva disse:

    “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena” valeu a experiência. Quem senão Vocês para prevenir os outros de entrar na mesma fria.
    Amanhã vai ser melhor e mais uns dias estarão de volta e estaremos esperando de braços e coração aberto. Beijocas em todos Vocês.

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